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Infográfico: Guia Definitivo para o Conserto de Cadeiras de Escritório
Objetivo: Este guia visa ajudar desde usuários comuns até técnicos a identificar, diagnosticar e resolver problemas em cadeiras de escritório, priorizando a ergonomia, a durabilidade e a economia.
1. Diagnóstico Inicial e Segurança (10 Dicas)
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Identifique o problema: Antes de tudo, ouça o usuário e teste a cadeira para entender a queixa principal (ex: afunda, não reclina, instável).
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Desligue da tomada: Se for uma cadeira com funções elétricas (relax, massageadora), sempre desligue-a antes de qualquer manutenção.
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Espaço de trabalho: Use uma área bem iluminada e ventilada para trabalhar.
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Proteção individual: Use luvas de proteção para evitar cortes com metais ou parafusos afiados.
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Limpeza geral: Antes do conserto, limpe a cadeira com um pano úmido para remover poeira e sujeira.
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Documente o processo: Tire fotos durante a desmontagem para facilitar a remontagem.
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Organize as peças: Use potinhos ou imãs para separar e não perder parafusos e pequenas peças.
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Verifique a garantia: Se a cadeira ainda estiver na garantia, contate o fabricante antes de tentar qualquer conserto.
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Identifique o modelo: Anote a marca e o modelo da cadeira. Isso facilita muito na hora de encontrar peças de reposição.
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Pesquise manuais: Muitos manuais de desmontagem e esquemas de peças estão disponíveis online no site do fabricante.

2. Problemas no Assento e Encosto (Tecido & Couro – 20 Dicas)
Limpeza e Conservação:
11. Tecido: Use aspiração regular e shampoo de limpeza a seco para manchas.
12. Couro verdadeiro: Limpe com pano macio e sabão neutro. Hidrate a cada 3-6 meses com hidratante específico para couro.
13. Couro sintético (PU): Evite produtos abrasivos. Use água e sabão neutro.
14. Manchas imediatas: Limpe-as o mais rápido possível para não fixarem.
15. Teste sempre: Teste qualquer produto de limpeza em uma área pequena e não visível primeiro.
16. Cuidado com o sol: Evite expor cadeiras de couro diretamente ao sol para não ressecar e desbotar.
Reparo e Substituição:
17. Rasgo pequeno em tecido: Use remendos adesivos específicos por baixo do assento.
18. Rasgo em couro: Kits de reparo para couro (com cola e textura) podem disfarçar danos pequenos.
19. Espuma afundada: Se o assento perdeu a firmeza, a espuma pode estar gasta. É possível recortar uma nova espuma com a mesma densidade.
20. Substituição do estofamento: Para danos severos, considere o retapeçamento profissional. É mais barato que uma cadeira nova.
21. Desmontagem: O estofamento geralmente é preso por parafusos por baixo do assento ou por braçadeiras na estrutura.
22. Atenção aos clipes: Ao desmontar, cuidado com os clipes plásticos que prendem o tecido. Eles quebram facilmente.
23. Reutilize o tecido: Use o tecido/cobertura antiga como molde para cortar o novo.
24. Tensão correta: Ao recolocar o tecido novo, estique bem para não ficar folgado.
25. Peças de reposição: Sites especializados e o próprio fabricante vendem assentos e encostos completos para substituição.
26. Encosto removível: Muitos encostos se soltam inclinando-o para frente e para cima, ou removendo um parafuso central.
27. Reforço na costura: Ao costurar um tecido novo, use linha de poliéster que é mais resistente.
28. Cheiro de mofo: Para eliminar, pulverize uma solução de vinagre branco e água, deixe secar ao sol.
29. Capas protetoras: São uma solução econômica para esconder danos e proteger o estofamento original.
30. Encosto quebrado: Se a estrutura de plástico do encosto trincou, often é necessário substituir toda a peça.
3. Problemas na Base e Rodízios (15 Dicas)
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Base rachada: A base de nylon pode rachar com o tempo. NUNCA tente soldar ou colar. A substituição é a única solução segura.
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Compatibilidade: Ao comprar uma base nova, verifique o número de braços ( quase sempre 5) e o diâmetro do pivô central (onde encaixa o pistão).
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Instalação: Para colocar a base nova, basta encaixar os braços no pistão (mecanismo de subir e descer) e empurrar para baixo até encaixar.
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Rodízios travados ou quebrados: Eles geralmente são rosqueados ou encaixados por pressão. Para remover, puxe com força ou use um alicate.
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Tipos de rodas:
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Carpete: Rodas macias e com aletas.
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Piso duro (PVC, cerâmica): Rodas de poliúretano (PU) para não marcar o piso.
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Superfícies delicadas: Rodas de borracha macia.
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Rodas com freio: Ideal para estações de trabalho que não devem se mover.
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Substituição de rodas: Compre um jogo novo. Melhora a mobilidade e proteve o piso.
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Base com braço metálico: São as mais duráveis. Se empenar, pode ser possível endireitar com cuidado, mas a substituição é mais segura.
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Verifique regularmente: Aperte os parafusos que conectam a base ao pistão (se houver) periodicamente.
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Barulho ao girar: Pode ser falta de lubrificação nos rolamentos da roda. Um pouco de spray de silicone pode resolver.
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Limpeza de rodas: Cabelos e fios enrolados no eixo travam a roda. Limpe com frequência.
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Cadeira instável: O problema pode ser a base empenada ou rodízios desgastados de forma irregular.
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Piso irregular: Use um tapete para cadeira específico para criar uma superfície nivelada.
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Peso da base: Bases mais pesadas (ex: de metal) oferecem mais estabilidade do que as de nylon.
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Cadeira não gira: O problema pode estar no pivô central (mecanismo de rotação entre o assento e o pistão). Pode necessitar substituição.
4. Problemas no Pistão (Sistema de Subir e Descer – 15 Dicas)
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Sintoma principal: A cadeira afunda sozinha ou não mantém a altura.
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Teste do pistão: Sente-se e ajuste a altura para cima. Se ela ceder, o pistão está com vazamento interno e precisa ser trocado.
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Cadeira não sobe: Pode ser o pistão, mas verifique primeiro se não é um bloqueio no mecanismo de acionamento.
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Cadeira não desce: Verifique se a alavanca está acionando a válvula interna. Pode ser um problema no gatilho e não no pistão.
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Substituição é a regra: Pistões não são reparáveis. São selados e preenchidos com gás nitrogênio. A troca é obrigatória.
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CUIDADO: Nunca tente serrar, perfurar ou quebrar um pistão velho. Eles podem explodir com violência devido à pressão interna.
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Remoção do pistão velho: Você precisará de um tubo de remoção de pistão (um tipo de chapa especial) ou um alicate de pressão muito forte.
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Processo de remoção: Bata o pino de metal do alicate para soltar o pistão da base e do assento.
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Compatibilidade do novo pistão: Meça o diâmetro (ex: 50mm) e o curso (altura mínima e máxima) do pistão antigo.
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Classificação de peso: Ao comprar um pistão novo, escolha um que suporte o peso do usuário com folga (ex: até 150kg).
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Pistão de qualidade: Prefira pistões com selo de qualidade (ex: norma DIN 4550). Evite os muito baratos, são perigosos.
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Instalação: Encoste o novo pistão na base e no assento e use o alicate de pressão para empurrá-lo até o click de encaixe.
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Pistão travado: Às vezes, o gás vaza completamente e o pistão fica travado na altura mínima. Só a troca resolve.
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Vazamento de óleo: Se você notar um óleo vazando pelo pistão, é sinal definitivo de que ele precisa ser trocado.
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Descarte correto: Leve o pistão velho a um ponto de coleta de lixo eletrônico ou metálico. Não descarte no lixo comum.
5. Problemas nos Braços e no Sistema de Reclínio (20 Dicas)
Braços:
61. Folga nos braços: Aperte os parafusos de fixação (geralmente por baixo do assento ou nas laterais).
62. Braço quebrado: Se for de plástico, a solda plástica pode funcionar, mas a substituição é mais eficiente.
63. Braço solto na base: Pode ser desgaste no encaixe. Verifique se há possibilidade de apertar ou usar uma calça.
64. Altura ajustável: Se não travar, o mecanismo interno pode estar quebrado. A peça toda precisa ser substituída.
65. Estofamento do braço: Pode ser recolocado com tecido ou couro novo, seguindo a mesma técnica do assento.
66. Braços removíveis: Muitos modelos permitem remover os braços para melhorar a mobilidade e entrada na mesa.
Sistema de Reclínio (Inclinação):
67. Não trava na posição: O mecanismo de engrenagem ou alavanca interna está desgastado. Pode necessitar troca do mecanismo completo.
68. Tensão do reclínio: Muitas cadeiras têm um botão giratório sob o assento para regular a força necessária para reclinar.
69. Gire no sentido horário para aumentar a tensão (para pessoas mais pesadas) e anti-horário para diminuir (para pessoas mais leves).
70. Barulho ao reclinar: Pode precisar de lubrificação nas partes móveis. Use spray de silicone ou grafite em pó.
71. Não reclina de jeito nenhum: Verifique se o cabo de acionamento (se houver) não se soltou.
72. Substituição do mecanismo: O bloco de reclínio é o “coração” da cadeira. Trocar é complexo, mas possível com a peça correta.
73. Bloqueio de reclínio: A função que trava a cadeira em uma posição pode quebrar. Muitas vezes é uma peça pequena de plástico.
74. Inclinação para os lados: Isso é gravíssimo. Indica que o pivô central (mecanismo de rotação) está quebrado. Pare de usar imediatamente e troque a peça.
75. Assento não nivelado: Ajuste a tensão do reclínio ou verifique se o pistão está bem encaixado.
76. Sistema “Relax” (balanço): Problemas na mola ou no mecanismo de controle. A peça geralmente é trocada como um conjunto.
77. Encosto solto: Se balança independente do assento, os parafusos que o conectam ao mecanismo de reclínio estão frouxos.
78. Apoio de cabeça: Verifique os parafusos de fixação na haste que prende ao encosto.
79. Ajuste de lombar: Se não fica na posição, o mecanismo de travamento interno pode estar com defeito.
80. Cadeira “mole”: Sensação de instabilidade ao reclinar geralmente é desgaste no eixo principal do mecanismo.
6. Ergonomia e Normas NR-17 (10 Dicas)
*A NR-17 estabelece parâmetros para ajuste das cadeiras visando a saúde e conforto do trabalhador.*
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Altura do assento: Ajuste para que os pés fiquem apoiados no chão, com joelhos em 90° e coxas paralelas ao solo.
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Profundidade do assento: Deve haver um espaço de 2 a 4 dedos entre a borda do assento e a parte de trás do joelho.
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Altura do encosto: O suporte lombar deve se ajustar à curva natural da sua coluna (região lombar).
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Braços: Ajustados para que os ombros fiquem relaxados e os antebraços apoiados, formando um ângulo de 90°.
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Ângulo de reclinação: A cadeira deve permitir um reclínio de pelo menos 90° para 120° para variation postural.
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Material do assento e encosto: Devem ser estofados com material macio e confortável. Superfícies muito duras ou quentes (como certos plásticos) não são ideais.
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Borda do assento: Deve ter acabamento arredondado (“cascão de ovo”) para não comprimir a circulação das coxas.
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Estabilidade: A cadeira deve ter 5 pontas (rodízios) para maior base de apoio e segurança.
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Prevenção de dores: Uma cadeira bem ajustada e em bom estado é a primeira linha de defesa contra dores nas costas, pescoço e ombros.
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Pausas ativas: Mesmo a melhor cadeira do mundo não substitui a necessidade de se levantar, alongar e caminhar a cada 50-60 minutos.
7. Prazos, Orçamento e Quando Trocar (10 Dicas)
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Conserto vs. Troca: Se o custo do conserto for superior a 30-40% do valor de uma cadeira nova similar, vale mais a pena trocar.
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Disponibilidade de peças: Cadeiras muito antigas ou de marcas desconhecidas podem não ter peças de reposição disponíveis.
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Prazos de entrega: Peças comuns (rodízios, pistões) chegam em 3-7 dias úteis. Peças específicas do mecanismo podem levar semanas.
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Mão de obra profissional: O custo da mão de obra de um técnico especializado deve ser somado ao valor das peças.
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Cadeiras baratas: Muitas vezes, não vale a pena consertar, pois o custo das peças é próximo ao da cadeira nova.
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Cadeiras premium: Sempre vale a pena consertar uma cadeira de alta qualidade (ex: Herman Miller, Steelcase). As peças são caras, mas a cadeira dura décadas.
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Tempo de vida útil: Uma cadeira de escritório de boa qualidade dura, em média, de 8 a 10 anos com manutenção adequada.
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Sinais de alerta para troca: Instabilidade estrutural, base rachada, reclínio falho e múltiplos problemas simultâneos.
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Valor sentimental/design: Às vezes, o conserto é justificado pelo design único ou apego à peça, independente do custo.
100.Orçamento formal: Sempre peça um orçamento por escrito detalhando peças e mão de obra antes de autorizar qualquer conserto.
